Este blog tem a singela intenção de refletir e discutir sobre a diversidade existente entre os seres humanos a fim de que muitos compreendam que as nossas diferenças não podem nos afastar, mas sim, devem contribuir para a construção da nossa identidade.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Dia da consciência negra

Esta apresentação foi feita na escola Emef Edegar Simões, pelas crianças da 3ª série J, com o intuito de mostrar a todos a diversidade e a musicalidade do povo Africano.




quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A escola ainda é assim!

Por mais que falemos em escola inclusiva, a escola, muitas vezes ainda é assim como o representado nesta imagem, o aluno é quem deve se adaptar à escola e não o contrário. Até hoje, a escola só tem espaço de fato para aqueles que estão dentro de um padrão, se alguém não corresponde a um padrão pré-estabelecido, é ignorado e muitas vezes descartado.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Homofobia, um pecado

Homofobia, um pecado
Luís Corrêa Lima *
A aversão a pessoas homossexuais, chamada homofobia, desencadeia diversas formas de violência física, verbal e simbólica contra estas pessoas. No Brasil são frequentes os homicídios, sobretudo de travestis. Há também o suicídio de muitos adolescentes que se descobrem gays, e mesmo de adultos. Eles chegam a esta atitude extrema por pressentirem a rejeição hostil da própria família e da sociedade. Há pais que já disseram: ‘prefiro um filho morto que um filho gay’. Esta hostilidade gera inúmeras formas de discriminação, e, mesmo que não leve à morte, traz frequentemente tristeza profunda ou depressão.
Tamanha repulsa tem raízes históricas. Por muitos séculos, as relações entre pessoas do mesmo sexo foram consideradas como o pecado de Sodoma, que resultou no castigo divino destruidor (Gênesis, cap.19). Este pecado foi a tentativa de estupro feita aos hóspedes do patriarca Ló. Até o início do século 19, a lei civil classificava as relações homoeróticas como um crime grave, sujeito a pena de morte. Por muito tempo a medicina tratou a homossexualidade como doença e transtorno. No entanto, mudanças importantes ocorreram recentemente. Nos anos 90, a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da lista de doenças. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia proibiu as terapias de reversão da orientação sexual. Portanto, a homossexualidade não é doença e nem tem ‘cura’.
Uma lei estadual fluminense, do ano 2000, penaliza instituições que discriminem pessoas em virtude de sua orientação sexual. Agentes do Poder Público, estabelecimentos comerciais ou industriais, entidades, associações, sociedades civis ou de prestação de serviços não podem discriminar, adotar atos de coação ou violência contra pessoas em função de sua orientação sexual.
As mudanças na sociedade e nas mentalidades também repercutem na Igreja Católica. Seus documentos doutrinais reconhecem a existência de pessoas com tendências homossexuais profundamente enraizadas, ou mesmo de nascença. Estas pessoas devem ser tratadas com respeito e delicadeza. Em 1986, uma carta do Vaticano aos bispos afirma que toda violência física ou verbal contra elas é deplorável, merecendo a condenação  dos pastores da Igreja onde quer que se verifiquem. E acrescenta que nenhum ser humano é mero homo ou heterossexual. Ele é acima de tudo criatura de Deus e destinatário de Sua graça, que o torna filho Seu e herdeiro da vida eterna. A oposição doutrinária às práticas homoeróticas não elimina esta dignidade fundamental do ser humano.
Em 1997, os bispos católicos norte-americanos escreveram uma bela carta pastoral aos pais dos homossexuais. O título é: Always Our Children (Sempre Nossos Filhos). Para eles, Deus não ama menos uma pessoa por ela ser gay ou lésbica. A aids não é castigo divino. Deus é muito mais poderoso, mais compassivo e, se for preciso, mais capaz de perdoar do que qualquer pessoa neste mundo. Os bispos exortam os pais a amarem a si mesmos e a não se culparem pela orientação sexual de seus filhos, nem por suas escolhas. Os pais não são obrigados a encaminhar seus filhos a terapias de reversão para torná-los héteros. Os pais são encorajados, sim, a lhes demonstrar amor incondicional. E dependendo da situação dos filhos, observam os bispos, o apoio da família é ainda mais necessário.
No final do ano passado, a ONU debateu uma proposta de descriminalização da homossexualidade em todo mundo. Nações ocidentais se posicionaram a favor; e nações islâmicas, contra. A delegação da Santa Sé manifestou-se pela condenação de todas as formas de violência contra pessoas homossexuais.  E urgiu as nações a tomarem as medidas necessárias para pôr fim a todas as penas criminais contra elas. Para a Igreja, os atos sexuais livres entre pessoas adultas não devem ser considerados um delito pela autoridade civil. Isto implica que eles não são uma ameaça para a humanidade. Inegavelmente, a sociedade e a Igreja têm mudado. Para melhor.

* Padre jesuíta e historiador
fonte: http//www.adital.com.br;site/notícia.asp?lang=PT&cod=41358

sábado, 13 de fevereiro de 2010

TOLERÂNCIA E INTOLERÂNCIA

Inicio esta minha reflexão utilizando-me de um questionamento que foi citado no texto-base do Curso Educação para a Diversidade e Cidadania o qual é destinado especialmente aos educadores: ”Devem ser respeitados todos os valores de todas as culturas, todas as posições políticas, todas as situações sociais? A tolerância não tem limites?”
         Este questionamento levou-me a uma profunda reflexão acerca dos conceitos tolerância e intolerância, uma vez que jamais havia pensado na possibilidade da relatividade destes termos, pois sempre pensei a tolerância como a capacidade de suportar um peso ou algo que não se pode mudar. Entretanto ao refletir sobre o conteúdo apresentado, percebi que a tolerância e a intolerância podem ser boas ou ruins.
A tolerância boa é a atitude de quem sabe defender a liberdade, respeitando as diferenças e convivendo com a diversidade. Já a intolerância boa é atitude de quem sabe se indignar, rejeitar e combater a opressão e as desigualdades.
Percebi que estes dois conceitos revelam uma atitude positiva de quem está comprometido com a construção de uma nova sociedade que mesmo sendo plural pode-se conviver de forma harmoniosa, pois os homens e mulheres independentemente de etnia, condição social, faixa etária ou opção sexual podem até ser diferentes, mas são iguais como seres humanos e, portanto, devem ser respeitados.
Sabemos que as formas de intolerância existentes nos vários lugares do mundo têm raízes históricas profundas que são por vezes difíceis de serem extirpadas, no entanto, nunca será tarde para se começar um trabalho de conscientização em todos os setores da sociedade, especialmente nas escolas que podem ser transformadas em um espaço de convivência das diferenças culturais e sociais e não apenas um lugar onde de vez em quando se apresentam caricaturas de culturas diferentes como se fossem algo exótico e bonito de se ver, mas que não se pode usar nem se aproximar.
Diante do acima exposto, posso afirmar sem sombra de dúvidas que ser tolerante não é ser conivente com a opressão e a desigualdade é antes de mais nada posicionar-se no combate a elas sejam quaisquer as formas que se apresentem, seja individual ou socialmente, são males que precisam ser enfrentados e combatidos por todos aqueles que desejam um mundo igual para todos. Um mundo onde o diferente é visto como algo positivo e mais uma forma de aprendizado e interação e não como um obstáculo ao sucesso de alguns poucos que se consideram ou que se colocaram como superiores e se assim acreditam, assim agirão para manterem seus privilégios.

O que é tolerância?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Pessoa igual e pessoa diferente

http://www.brasilescola.com/sociologia/classes-sociais.htm
"O que está por trás dos termos pessoa desigual e pessoa diferente, dentro do contexto atual que vivemos de uma sociedade naturalmente excludente?"
Este questionamento foi lançado bem no início do curso EDC e eu creio que conduziu a todos os cursistas a uma profunda reflexão sobre uma questão polêmica que é a  desigualdade social e o que devemos fazer para extirpá-la da nossa sociedade que insiste em separar em dois mundos os seres humanos: de um lado os que sempre dominaram e do outro os que sempre foram explorados e dominados.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

"Aceitar é opção, respeitar é obrigação"

Que somos todos diferentes, isto é fato. O que não pode acontecer é que a diferença seja vista como algo negativo, ao contrário, o diferente deve ser encarado como algo positivo. Somos diferentes, mas iguais como seres humanos e desta forma todos precisam ser respeitados na sua diferença. Faz-se necessário ressaltar que aceitar o outro em sua diferença seja étnica, de gênero, religiosa, cultural ou orientação sexual pode ser questão de opção, mas respeitá-lo é nossa obrigação e só assim daremos um passo na direção do outro que mesmo diverso de mim é uma pessoa humana com direitos e deveres iguais aos meus.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010




Prato de Arroz

“Quando pensamos que sabemos todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas... "

Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente,
quando vê um chinês colocando um prato de arroz na Lápide ao lado.
Ele vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- É claro que sim!!! Geralmente na mesma hora que o seu vem cheirar as flores!!!
"RESPEITAR AS OPÇÕES DO OUTRO, EM QUALQUER ASPECTO ,
É UMA DAS MAIORES VIRTUDES QUE UM SER HUMANO PODE TER..
AS PESSOAS SÃO DIFERENTES, AGEM DIFERENTE E PENSAM DIFERENTE".

Fonte:
http://cid-6db1155c3421c120.spaces.live.com/blog/